Melasma, você tem? Sabe o que é?

“Descobri que eu tinha melasma há uns três ou quatro anos atrás. Eu lembro que fiquei desesperada”, diz Cleo.

Com certeza você ao saber que tinha melasma também ficou ansiosa e assustada, mas calma, cuidados básicos já ajudam a amenizar, e quem sabe fazer desaparecer as temidas manchas. Segundo Dr. Janaína, nossa colaboradora, melasma são manchas acastanhadas, simétricas geralmente, que ocorrem na face na maioria das vezes. Acomete muito mais mulheres do que homens, e está relacionado ao uso de anticoncepcional oral e gestações. Apresenta ainda forte componente genético. É uma mancha cuja origem é a disfunção do hormônio progesterona.

O sol é apenas o estimulo ao melanócito (células da pele que produzem melanina, o pigmento depositado erroneamente identificado como “manchas”) incapaz de provocar alterações deste tipo por si só, então o filtro solar apenas evita que um dos sintomas da disfunção hormonal apareça. Tratar a disfunção hormonal com a retirada da pílula e também, com progesterona bioidentica em um gel de nanossomas (aqui podemos contar com a nanotecnologia) é fundamental.

“Não fuja do sol. Use-o com sabedoria a favor de sua saúde total. Nada de tratamento domiciliar pode ser recomendado neste caso pois as manchas são bem profundas e devem ser tratadas primordialmente de dentro para fora”, pontua.

No consultório médico podem ser prescritos despigmentantes de uso domiciliar ou peelings, sempre olhando caso a caso antes. E não vai adiantar fugir do sol sem se tratar, pois na primeira exposição solar, volta tudo. Para Cleo o mais complicado são os cuidados diários que o melasma necessita, um ritual de proteção, o qual antes ela nem ligava, somente lavava o rosto de manhã e passara um protetor básico e um hidratante. No vídeo ela fala um pouco do que usa pra se proteger das manchas, porque não custa passar um protetor, tendo ou não melasma. Confere.

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Enxaqueca

Enxaqueca é uma doença crônica, começa num determinado momento da vida, e os sintomas podem se repetir, indo e vindo, por tempo indeterminado. É uma doença crônica que compreende um desequilíbrio químico no cérebro. Esse desequilíbrio envolve hormônios e substâncias denominadas peptídeos. Resulta, por sua vez de uma série de outros desequilíbrios neuroquímicos (envolvendo substâncias denominadas neurotransmissores) e hormonais. Esses desequilíbrios, por sua vez, são decorrentes do estilo de vida e hábitos do portador da doença enxaqueca, e também de uma predisposição genética.

O resultado é uma série de sintomas que podem ir muito além da dor de cabeça. Por sinal, existem casos de crises de enxaqueca com pouca dor de cabeça ou até mesmo sem dor de cabeça. Em outras palavras, por incrível que pareça, a dor de cabeça pode ser leve ou até estar ausente numa crise de enxaqueca.

Principais sintomas:

  • Enjôo, podendo chegar a vômitos;
  • Aversão à claridade, que pode ocorrer até mesmo fora das crises da enxaqueca, embora seja mais intensa durante as crises;
  • Hipersensibilidade ao barulho, qualquer barulho incomoda, preferindo o doente permanecer num ambiente o mais silencioso possível;
  • Hipersensibilidade aos cheiros, onde não apenas qualquer cheiro incomoda durante a crise, mas cheiro podem também desencadear crises;
  • Visão embaçada;
  • Tonturas;
  • Alterações do humor;
  • Hipersensibilidade do couro cabeludo e face, dificultando e tornando dolorosos atos como o de se pentear ou deitar sobre o lado acometido;
  • Inchaço ao redor dos olhos, na face e por vezes em todo o corpo;
  • Coriza e obstrução nasal;
  • Alterações do humor;
  • Distúrbios de memória e concentração;
  • Sensação de “cabeça pesada” ou “cabeça leve”;
  • Sensação de que “algo está caminhando” ou “escorrendo” sobre a cabeça;
  • Medo. Pânico. Sensação de estar enlouquecendo;
  • Alterações da pressão – a crise de enxaqueca pode vir tanto com pressão baixa quanto com pressão alta;
  • Diurese em excesso;
  • Diarreia;

No vídeo a seguir Dr. Janaína Barboza dá dicas de como prevenir a enxaqueca. Confere.

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