Moda e afetividade

As novas formas de consumir moda tem proporcionado experiências únicas, e é focado nisso que as marcas vem buscando a troca sensível entre seus produtos e o afeto. Isso mesmo, afeto, as roupas e objetos de moda deixaram de ser somente algo de estilo e passaram a ter importância sentimental. Essa nova onda vem com a nova forma dos consumidores, mais engajados, objetivos no que buscam, prezando por qualidade e responsabilidade social. Essa característica traz ao consumo um novo viés, a do objeto como algo repleto de memória e sentimento, dando o tom simbólico e criando laços pessoais.

Atitudes como o Projeto TROCA AMOR vão de encontro a nova forma de entender e consumir moda.

Marca Soleah parceria com Fabricio Morozini; a afetividade expressa por meio de frases
A afetividade expressa por meio de frases
Marca Soleah em parceria com Felipe Morozini

O consumo consciente onde se compra menos, procura-se mais qualidade e se investe em coisas que tenham um apelo sentimental tá aí, mesmo que muitas pessoas desacreditem desse novo modo de consumir moda. O mundo avança em meio ao caos geral e a construção de novos modelos de organização social influenciam no processo da moda.

Essa tendência de olhar pra moda como uma forma de colecionar bons momentos pode ser vista na campanha de diversas marcas que entenderam o quão importante para as novas gerações de consumidores esse link com o passado. Por isso junto das criações das grandes grifes e comércio de moda popular, vem crescendo a busca por brechós e roupas vintage. A ideia de memória, simbologia de uma época, relação com bons momentos e enlaces afetivos está diretamente ligado às peças antigas, com história, com memória.

Clique e confira alguns brechós incríveis em SP

A troca de objetos afetivos, sejam roupas ou acessórios tem crescido, páginas de troca surgindo diariamente na internet. Muitas vezes aquele objeto que você não quer mais, para o outro é algo simbólico, que trará muito afeto no uso, ou até mesmo durante a troca, dependendo de quem, que história traz, e de onde vem o objeto.

Afeto além da moda

Indo além do universo fashion, a ressignificação da forma de consumir acessa nuances interessantes. Não somente roupas e acessórios, mas também suvenires, objetos afetivos especiais, entram nessa pegada. Cada um traz pra si o que é interessante pra compor seu universo único, pessoal, cheio de afeto e simbologia própria. Esse encontro é intermediado por objetos que ganham status quase mágico, sejam óculos, vestidos, amuletos, objetos decorativos, anéis e muitas outras coisas. Eles simbolizam a união. As grandes marcas entenderam isso e têm trazido essa característica para coleções, seja em bordados, patchworks, roupas casulo, corações, coisas que parecem herdadas ou até mesmo garimpadas.

Imagem da loja à La Garçonne, uma mistura de antiquário com moda
Imagem da loja à La Garçonne, uma mistura de antiquário com moda

Das passarelas para o dia a dia, as casas tomam espaço importante, como um santuário, passasse a dar valor as coisas que seriam descartados, a exemplo de fotos antigas, objetos de uso doméstico, até mesmo utensílios de cozinha. Esses vínculos tendem a crescer como nova característica social, proveniente da nova forma de consumir advinda das gerações atuais, que mais abertos a troca unem ao vínculo familiar a ideia de comunidades unidas em valores e crenças. Isso mesmo com as tecnologias avançadas; a individualização inicia sua perda de espaço para essa “nova forma de afetividade”. Pois o sentimento de se conectar com alguém, com alguma ideia, de estabelecer uma comunicação real é uma das forças mais poderosas entre os seres humanos.

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Jum Nakao e a costura do invisível

A mistura de moda, artes plásticas, design e talento é que leva a arte de Jum Nakao a diversos lugares do mundo. O brasileiro, neto de japoneses, vive em São Paulo e colabora para a moda brasileira se tornar referencia já faz alguns anos. Em 1996, no extinto Phytoervas Fashion e passa a ocupar o cargo de Diretor de Estilo de uma das maiores empresas de moda do Brasil, a ZOOMP, onde permanece por seis anos.

Marisa Monte usa figurino de Jum Nakao no encerramento das Olimpíadas de Londres
Marisa Monte usa figurino de Jum Nakao no encerramento das Olimpíadas de Londres
Reprodução da Internet

Nakao se destaca como um dos maiores exploradores da modelagem no país, utilizando plataformas distintas, e objetos diversos para seus experimentos de formas e volumes. Durante sua carreira tem desfiles icônicos e surpreendentes como o desfile-manifesto “A Costura Invisível”, do São Paulo Fashion Week 2004. Quando criou figurinos inteiros de papel que foram rasgados ao final do desfile, abrindo um universo múltiplo e criativo não só em sua obra, mas para os demais estilistas e estudantes de moda do país a fora.

Obra de Jum Nakao inspirada no universo dos irmãos Quay
Obra de Jum Nakao inspirada no universo dos irmãos Quay
Reprodução da Internet

A arte de Nakao é feita de momentos marcantes, outro que pode ser destacado foi a fusão entre arte, moda e design quando ele se inspirou no Brothers Quay, realizando uma coleção tributo à obra dos irmãos animadores –Stephen e Timothy Quay. A obra deles teve grande destaque na década de 70 por propor uma estética nova aos curtas de animação, com o resgate de técnicas antigas de animação usadas pelas escolas tcheca e inglesa no final do século XIX.

“Precisamos desnudar a nossa alma para revelar a capacidade de sermos leves, sonhar com indizíveis, impossíveis, inexplicáveis, indefiníveis”, afirma Jum Nakao.

Há algum tempo Jum Nakao não vem apresentando coleções nas passarelas do SPFW, mas trabalha a moda em forma de arte-educação em workshops pelo Brasil. A proposta vai além de qualificar os estilistas e costureiros pelo país, busca trazer ferramentas para que as criações sejam cada vez melhores, aprimorando o corte, trazendo senso crítico e juntando com o atual processo da moda, de consumo consciente. Tornando visível costuras outrora invisíveis, alinhavando moda, arte, cultura, cidadania, consciência e transformação.

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Trend de Outono – Estilo Militar

O estilo militar vem inspirando a moda desde os anos 40, está presente em diversas temporadas de moda e continua como trend para esse outono/inverno. Seja em tons de verde ou azul o militarismo está com tudo. Para compor um estilo com peças militares pode-se dispor de um look total ou peças que deem o toque especial. Camisas nesse estilo, assim como jaquetas, vão super bem quando misturadas com calça jeans, saias e até mesmo bermudas. O verde militar pode ser usado em diversas situações e dá um toque forte ao look. Também se pode usar o camuflado ou as variações de verde.

Quando pensamos em estilo militar esquecemos, muitas vezes, de que o azul e os tons terrosos, também são cores de uniformes. Nas últimas temporadas de moda ele veio com tudo e pode ser visto por aí nos looks. Peças em alfaiataria, com cortes assertivos, bolsos, ombreiras e arremates podem trazer o tom militar também para o estilo, sem mesmo precisar usar as cores verde ou azul, podendo deixar somente para a modelagem a pegada mais clean do militarismo.

Looks monocromáticos também são interessantes, podemos pensar em macacões, calças e casacos e até em camisas e saias. Os acessórios são um a boa pedida para dar o tom do visual, bolsas, sapatos, brincos e colares podem e devem, se unir à composição para finalizar o look. Pequenos detalhes muitas vezes ficam mais interessantes que grandes peças ou um visual total militar, mas vai de pessoa pra pessoa, o negócio é criar.

Dá também, pra reaproveitar peças de outras estações para criar o estilo, pegar a camisa do namorado, já que o estilo boyfriend continua, misturar sua calça com o casaco dele com aquela camisa que você tem da outra temporada e pronto, um visual antenado sem ter que gastar.

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O capuz está em alta

O capuz faz parte de várias peças de roupas, como casacos, camisetas, moletons e alguns vestidos e macacões. Ultimamente ele tem sido um dos queridinhos da celebridades, e vem reaparecendo com tudo nos looks dos famosos. Uma das adeptas é Rihanna, ela usa e abusa dos capuzes em seus looks de show e do dia a dia.

Usado, muitas vezes, para esconder-se dos fotógrafos e cliques indesejados o capuz serve principalmente pra proteger do frio. Muitos uniformes escolares vêm com capuz e a moda também bebe disso. Os jovens seguem as tendências e ele caiu nas graças já faz muito tempo.

A pegada urbana continua aí e pode ser vista em vários looks e semanas de moda mundo a fora, com isso o capuz é alçado a hit fashion entre os antenados. Surge como um símbolo de rebeldia, algo cool, ou até mesmo “gangstah”. Mas há de se ter cuidado, pois só ele não significa que o look vai ser sofisticado. Pra dar certo é preciso saber mesclar, combinar e descombinar, se preciso for.

Dá pra combinar um moletom de capuz com um blazer num estilo mais cool, urbano. É possível também, investir numa parte de baixo mais ousada, como uma calça skinny e salto alto. Ou ainda optar por um estilo totalmente fashion com um moletom oversized de capuz com uma bota de cano super alto.

Muitas marcas famosas trouxeram o capuz como ícone fashion para suas criações, a coleção Rihanna pra Puma vem toda trabalhada no capuz, assim como a Chanel e a Fenty. Você pode entrar nessa onde de forma muito simples, pegue um moletom de capuz e mescle-o com peças que já tem, seja uma jaqueta jeans ou um blazer, misture com uma calça de alfaiataria. Experimente, ouse.

Que tal um moletom de capuz com uma calça de vinil e um saltão?

 

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Uma breve história das camisetas

Ela não sai do nosso corpo, está por todos os lugares, temos muitas, de várias cores, estampas e imagens diferentes. A camiseta ou tshirt, como preferir chamar, há muito é a queridinha de todo mundo, não somente dos fashionistas, até mesmo os que não curtem muito modismos tem no seu armário diversas delas. São democráticas, não tem idade nem gênero. A história da camiseta começa tempos atrás e passa por muitas gerações até chegar no que conhecemos hoje.

Molde de roupas antigas | Uma breve história das camisetas
Reprodução da Internet

Historicamente, foi na antiguidade a partir da nomenclatura dada a túnica dupla que os romanos usavam, chamada camisia, que podemos considerar o ancestral das nossas camisetas. Quase uma roupa íntima, ela tinha o objetivo de proteger as túnicas da transpiração. Com o passar das décadas, assim como muitas coisas na nossa forma de vestir, o que era underwear deixa de ser e vai sendo incorporado ao vestuário de outra forma.

Capa da revista Life, de 1942 | Uma breve história das camisetas
Capa da revista Life, de 1942
Reprodução da Internet

Em 1098 os exércitos europeu e americano usaram nos campos de batalhas camisetas brancas para amenizar o calor. Daí surge a dúvida, quem teria criado a peça, europeus ou americanos? Independente da resposta, a partir daí ela se tornou peça de roupa presente em quase todos os guarda-roupas. Principalmente ao aparecer na capa da Revista Life de 1942.

Marlon Brando | Uma breve história das camisetas
Marlon Brando
Reprodução da Internet

Estampas de camisetas Cleo Pires + Mesclado | Uma breve história das camisetas

Tshirt Cleo + Mesclado: Ainda dá tempo de ter a sua.

Ao chegar ao cinema vestindo Marlon Brando no filme “Uma rua chamada pecado” a camiseta ganha status de ícone na pele do ator que se torna símbolo sexual, em seguida James Dean traz a rebeldia e o sinônimo de contestação a tshirt. Desde então, nas décadas seguintes, homens e mulheres a utilizaram como plataforma pra protestos, colocando diversos slogans e carregando consigo, como o caso dos anos 60 e 70, onde os jovens nadavam contra a acorrente na busca pela autenticidade.

Integrantes da banda Sex Pistols | Uma breve história das camisetas
Integrantes da banda Sex Pistols
Reprodução da Internet

Carregar fotos, ícones, frases, marcas é a cara delas. Não há como fugir de um look calça jeans e camiseta, popularizado pelos Beatles, ou especificamente por John Lennon, aderindo ao movimento pró-NY, nos anos 70. Daí em diante muita coisa muda na moda e na forma de vestir, no entanto, as tshirts continuam carregadas de significados, sejam quais forem. Podemos ver looks básicos e minimalistas, ou camisetas incrementadas, com estampas, bordados, imagens, enfim, inúmeras possibilidades. Afinal, quem não curte um boa camiseta?

John Lennon | Uma breve história das camisetas
John Lennon
Reprodução da Internet
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Make up

Make up hoje em dia é pra toda hora e qualquer momento, o que muda é a pegada, mais leve, natural ou mesmo mais carregada para ocasiões especiais. Cleo geralmente opta por uma make mais básica, natural, que ressalte os pontos fortes e suavize detalhes. Ao sair de casa num dia qualquer, de trabalho, exercícios e outros compromissos, sempre rola passar um protetor solar, um pó com cor e também proteção UVA.

Nos dias de eventos e festas a maquiagem começa com a preparação da pele, logo um blush suave marcando a maçã do rosto. Nos olhos uma máscara de cílios, lápis preto ou marrom; Uma sombra em tons terrosos para marcar o côncavo dos olhos. Nas sobrancelhas o truque para dar aquela realçada é passar um lápis comum, de escrever, além de pentear com um pincel próprio para a função.

Relembre a make da Cleo pro lançamento do site.

Cleo Pires sendo maquiada para a Marie Claire | Make up

O batom, geralmente com tom neutro, cor de boca, às vezes puxando para o vermelho ou rosa, dependendo do dia um batom vermelho mais aberto. Batons matte também são muito usados nas suas maquiagens. Pra finalizar um lápis pra fazer o contorno da boca. Cleo curte se maquiar, mas devido a correria nem sempre isso é possível, Carol Almeida Prada, muitas vezes fica com essa tarefa. Maquiar a Cleo e fácil, ela tem uma pele boa e bem cuidada, ela é muito delicada e sabe o que quer.

“O que não pode faltar na maquiagem da Cleo é base com filtro solar e máscara para cílios a prova d’água. O pulo do gato é uma gota de gloss nas pálpebras móveis pra dar um ar sexy com uma textura luminosa. Temos usado muito a cartela de beges e nudes, cores essas que são imortais na maquiagem”, Carol Almeida Prada.

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Meu Look Casual

Um dia astral e solar no Instituto Moreira Salles.

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Veludo molhado

Ele marca seu espaço no look das mais antenados.

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Saia Masculina

Homem usando saia é visto com alguma estranheza pelas ruas. Sair por aí vestindo essa peça de roupa ainda causa frisson. O fato é que roupa não tem gênero, são simplesmente peças de composição da nossa vestimenta, no entanto, socialmente acabamos conferindo gênero a elas, saia é coisa de menina e bermuda coisa de menino. Pois bem, foi-se o tempo. A onda agora é vestir-se como se sente bem, dispondo do que gosta, a moda agênero tá aí. Que tal experimentar?

Atualmente aproximadamente 3/4 dos homens do mundo ainda usam saia, por mais que a maioria esteja localizada no oriente. Um fato interessante é que fazem pouco mais de 100 anos que as mulheres passaram a usar calças, com o surgimento das primeiras feministas e da necessidade da mulher entrar no mercado de trabalho.

Marc Jacobs usando kilt
Marc Jacobs
Foto: Sipa Press/Rex Features

O Stylist Nilo Caprioli tem estilo próprio e incorporou saia no seu vestuário faz um tempo, segundo ele lá pelos idos do ano 2000, a onda clubber fez com que quisesse usar saias. Talvez por alguma coisa política, ideologias, mas principalmente porque ficava muito bonito com coturno, ficava mais bonito usar saia do que bermuda.

“Era muito mais estético do que político. Tinha o lance da ideologia, mas era muito mais por conta do visual mesmo. Na época eu era clubber”, afirma.

Não acho um ato revolucionário, é uma peça de roupa super confortável, deixa um shape bonito quando você veste, pois abre o visual, é interessante. Mas exatamente revolucionário não, é uma vestimenta antiga masculina, diz Nilo. As saias recentes eu comprei pelo saudosismo dessa época clubber, tanto que comprei um kilt preto e um xadrez bem coloridão que tinha essa onda.

Sobre o uso dar dicas de uso de saia pelos homens, Nilo ressalta que cada corpo é um corpo. Que deve-se preocupar com o formato do nosso corpo, entende-lo e valorizá-lo. Mas de qualquer forma a saia vai deixar seu corpo mais longo na parte de baixo, geralmente tem prega ou um leve evase. O legal é um parte de cima reta, uma camiseta, um camisa, nada muito justo, algo orgânico.

Nilo Caprioli usando saia masculina
Nilo Caprioli

A dica é usar a saia sem parecer fantasia se você ia usar uma bermuda preta, põe uma saia preta, se ia por uma camisa xadrez, inverte o look, põe uma camisa lisa e uma sai xadrez. Usa como se fosse usar uma bermuda, não pensa num look para usar a saia.

“Tipo se eu ia usar uma bermuda eu substituo pela saia, por que não?

A saia e o homem

Os homens usam saia desde tempo imemoriais, gladiadores usavam saias, sumérios cobriam as partes de baixo com tecido, gregos usavam togas, egípcios usavam saias com amarrações tipo sarongue. E nenhuma delas afixava falta de virilidade, ao contrário. Ainda hoje no oriente se vê homens e mulheres envoltos em túnicas, no sudoeste da Ásia, o sarogue, o dhoti, lungi e os pareôs na Polinésia. No Oriente Médio os Caftans e nos países africanos os djelabas. O kilt, criação celta, com sua padronagem xadrez ditava o clã a que pertencia a pessoa que o usava. Atualmente considerada uma vestimenta folclórica, com o passar dos anos foi revisitado pela moda e entrando um pouco mais na cultura ocidental.

Saia Masculina Sarongue
Sarongue
Foto: Reprodução da Internet

As saias pertencem historicamente à ambos os sexos, só as calças são uma questão de gênero, masculino e feminino, se é que isso importa. Na França em 2007, um grupo de homens se uniu e criou a associação “Hommes em Jupe”, na busca por direitos de uso de saias por homens, já que a peça tem signo, significado e símbolo na cultura. O Presidente de Associação, Mareau, afirma que buscam o direito de dispor plenamente do próprio corpo, assim como as mulheres o fizeram na utilização das calças.

Homens de Kilt, uma saia masculina
Foto: Reprodução da Internet

Discussões à parte, calças e saias, o importante é poder usar o que quiser para se vestir, hoje a moda está cada vez mais democrática e buscando conforto para quem usar as peças. Acaba-se falando em saia masculina por ainda não haverem muitas marcas que criam peças específicas para o público masculino, levando assim os mais antenados a garimpar peças do armário feminino. A produção de roupas agênero já trabalha essa questão, mas a produção ainda não é em grande escala e não atinge grande parte da população. O lance é experimentar, vista-se e divirta-se com isso.

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